FCR Advocacia

segunda-feira, 25 de julho de 2016

A comemoração do aniversário de Jaraguá do Sul


Município faz 140 anos nesta segunda-feira. Moradores não sentem falta de shows nacionais

Jaraguá do Sul completa nesta segunda-feira 140 anos. Na programação há desfile, bolo e apresentação de banda. A data vai ser comemorada, mas não terá os shows nacionais de outrora, como Titãs e Cidade Negra. O que chama a atenção é que ojaraguaense não parece sentir falta. Mesmo que não houvesse restrições por se tratar de ano eleitoral, quem é natural da cidade ou o morador já acostumado ao espírito daqui passa a impressão de que faz questão mesmo de investimentos nos setores essenciais. Não que os habitantes não gostem de festa — aliás, o perfil, principalmente dos mais jovens, tem mudado com as novas opções culturais, gastronômicas e a integração com gente de fora, mas eles sabem que o que é preciso comemorar mesmo é adedicação ao trabalho dos moradores, o envolvimento empresarial com a comunidade, o orgulho de um povo que chama sua cidade de gigante e vibra com as conquistas do município.

A festa
desfile de aniversário de Jaraguá começa às 9h30, na avenida Getúlio Vargas. Estão confirmadas 40 entidades. Para marcar a data, o Núcleo de Panificação e Confeitaria da Acijs e Apevi vai distribuir 140 quilos de bolo gratuitamente a quem acompanhar a programação.
Fonte: http://anoticia.clicrbs.com.br/sc/geral/an-jaragua/noticia/2016/07/cinthia-raasch-a-comemoracao-do-aniversario-de-jaragua-do-sul-6851759.html

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Pancho: Mais da metade das calçadas está inadequada em Blumenau


É o que mostra um levantamento feito em 528 ruas pela equipe da Secretaria Municipal de Planejamento

O usuário de cadeiras de rodas não consegue circular sozinho em 93,2% das ruas de Blumenau. É o que mostra um levantamento feito pela equipe da Secretaria Municipal de Planejamento. Desde o ano passado foram avaliadas as calçadas de 528 ruas nos 35 bairros da cidade. Essas vias compõem o chamado Sistema Viário Básico, formado pelas principais de cada região. Os critérios adotados foram a atratividade visual, conforto/manutenção, segurança e continuidade.
Em 32,8% dos casos as calçadas foram avaliadas como péssimas. São espaços em que é impossível a circulação de cadeirantes. A avaliação ruim foi atribuída a 24,4% das calçadas e 36% foram avaliadas como regulares. Nesses dois casos o cadeirante precisaria de ajuda de uma pessoa para transpor os obstáculos. Já os passeios com avaliação boa (5,1%), muito boa (1,5%) e ótima (0,2%) somam apenas 6,8% das 528 avaliadas. Lembrando que se é ruim para os cadeirantes, é ruim para pedestres também.
Bairros mais críticosOs bairros Itoupava Central e Nova Esperança foram os que apresentaram os maiores índices de calçadas péssimas. No primeiro caso, das 23 ruas avaliadas, 86,9% não permitem a circulação de cadeirantes. Nas 30 vias que foram analisadas no bairro Nova Esperança, o índice é parecido: 86,6%.
Em apenas uma via da cidade, entre as 528 avaliadas, a calçada foi considerada ótima. É a Alameda Duque de Caxias, mais conhecida como Rua das Palmeiras, no Centro Histórico da cidade. A título de curiosidade, a Avenida Castelo Branco (Beira-Rio) e a XV de Novembro tiveram as calçadas classificadas como muito boase as da 7 de Setembro foram avaliadas como boas.

Secretaria analisa dados
O resultado do levantamento não surpreendeu o diretor de Planejamento Viário da Secretaria Municipal de Planejamento, Cassio Bortolotto.
— Transitamos diariamente pela cidade e sabemos que o estado das calçadas deixa a desejar.
Bortolotto diz que o problema é resultado cultural do desenvolvimento da cidade. Para ele, as pessoas, historicamente, não se importam muito com o que é público, com o que está do lado de fora do portão. Lembrando que a construção e conservação das calçadas é responsabilidade do cidadão, e não da administração municipal.
Fiscalização é obstáculo
Outro problema é a falta de fiscalização eficiente. A equipe é reduzida e cabe a ela fiscalizar não só as calçadas, mas todo e qualquer problema na cidade, como obras e publicidade irregulares.
— O próprio cidadão poderia ser o fiscal do vizinho — diz Bortolotto, lembrando que denúncias podem ser feitas pelo telefone 156.
O diagnóstico das calçadas está incluído no processo de elaboração do Plano de Mobilidade da cidade, deflagrado no ano passado. Vai servir para desenvolver novos projetos e embasar tomadas de decisões no sentido de melhorar o quadro.

Fonte: http://anoticia.clicrbs.com.br/sc/noticia/2016/07/pancho-mais-da-metade-das-calcadas-esta-inadequada-em-blumenau-6692656.html

quinta-feira, 7 de julho de 2016

Obrigatoriedade do farol em rodovias passa a valer a partir de sexta-feira

Multa será de R$ 85 e 4 pontos na CNH. Medida tem como objetivo aumentar a segurança nas rodovias
A partir desta sexta-feira, entra em vigor em todo o País a lei que determina o uso do farol baixo durante o dia para garantir mais segurança nas rodovias. O descumprimento da lei será considerado infração média, com multa de R$ 85,13 e quatro pontos na carteira de habilitação.
O valor subirá para R$ 130,16 em novembro deste ano, após aprovação de medidas que endurecem as punições para infrações de trânsito. A Lei 13.290, que alterou o Código Brasileiro de Trânsito, foi publicada no Diário Oficial da União no final de maio.
— Apesar de simples, o procedimento ajuda a aumentar a segurança nas estradas. A medida vai ajudar tanto motoristas quanto pedestres na visibilidade de veículos, evitando situações de risco e acidentes graves, como atropelamentos e colisões frontais — afirma Ademir Custódio, gerente de operações da Autopista Litoral Sul, concessionária responsável pela administração do trecho entre Curitiba e Palhoça.
A lei teve origem em um projeto apresentado pelo deputado federal Rubens Bueno (PPS-PR). De acordo com o parlamentar, depois que a obrigatoriedade do farol aceso durante o dia foi adotada nas rodovias dos Estados Unidos, o número de acidentes frontais diminuiu em 5%, e o número de outros acidentes, como atropelamentos e acidentes com bicicletas, reduziu em 12%. Na Argentina, os estudos mostram que o número de acidentes diminuiu 28%.
Sistema DRL é alternativa ao farol aceso
A lei que torna obrigatório o farol baixo durante o dia gerou dúvidas entre os proprietários de carros já equipados com luzes diurnas - o sistema conhecido como DRL. Esse equipamento adicional, presente em alguns modelos fabricados no Brasil, difundiu-se na Europa a partir de 2011, em consequência de uma lei que obriga o uso de luzes durante o dia.
Como o DRL não é contemplado na lei que passa a vigorar nessa semana, motoristas ficaram em dúvida se, mesmo que ele esteja acionado, será necessário andar com o farol baixo. O Ministério das Cidades e a Polícia Rodoviária Federal já se pronunciaram, informando que o DRL pode ser usado em substituição aos faróis baixos.

Fonte: http://anoticia.clicrbs.com.br/sc/geral/noticia/2016/07/obrigatoriedade-do-farol-em-rodovias-passa-a-valer-a-partir-de-sexta-feira-6446427.html