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segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Homem fica gravemente ferido após bater carro contra um ônibus na BR-282

Um terceiro carro ainda tentou desviar do acidente e capotou

Uma colisão entre um veículo de passeio e um ônibus deixou um homem gravemente ferido na manhã deste domingo na BR-282, por volta do Km 210, em Lages.

O acidente ocorreu às 8h. Um homem de 25 anos dirigia um Ford Escort sentido Lages quando colidiu contra um ônibus da Top Banda, com placa de Tubarão, que ia em direção a Florianópolis. Atrás do ônibus ainda vinha um Renault Sandero de Correia Pinto que, para tentar desviar do acidente, saiu da pista e acabou capotando. No Sandero estavam duas pessoas, que passam bem.

Os sete passageiros e o motorista do ônibus também não se machucaram. Já o motorista do Escort ficou gravemente ferido e foi encaminhado para o Hospital Nossa Senhora dos Prazeres, em Lages.

O trânsito chegou a ficar interditado na manhã deste domingo, mas foi liberado por volta das 9h10min.

Fonte: http://anoticia.clicrbs.com.br/sc/noticia/2017/08/homem-fica-gravemente-ferido-apos-bater-carro-contra-um-onibus-na-br-282-9880745.html

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Mulher fica ferida em acidente no Centro em Jaraguá do Sul


Um acidente foi registrado na tarde desta terça-feira (18), na rua Domingos da Nova, no Centro, em Jaraguá do Sul. O acidente aconteceu por volta das 17h50 e envolveu um carro e uma moto.
De acordo com o Corpo de Bombeiros Voluntários de Jaraguá do Sul, uma mulher ficou ferida no acidente. Ela teve suspeita de fratura no braço direito e na perna direita. Ela foi levada pelos socorristas para o hospital São José.

Fonte: http://ocponline.com.br/noticias/mulher-fica-ferida-em-acidente-no-centro-em-jaragua-do-sul/

Carro é incendiado no Jaraguá 84, em Jaraguá do Sul



Um veículo foi incendiado na madrugada desta terça-feira (18), em Jaraguá do Sul. A ocorrência foi registrada na rua Quadrangular, no bairro Jaraguá 84, por volta das 2h49. Segundo a Polícia Militar, um Ford Fiesta estava em chamas em uma residência.
O Corpo de Bombeiros Voluntários foi até o local e controlou as chamas. Os policiais militares conversaram com o dono do veículo. Ele relatou aos PMs que acredita que o incêndio foi criminoso. Os policiais realizaram rondas pela região, mas não encontraram nenhum suspeito.


Fonte: http://www.aconteceuemjaragua.com.br/carro-e-incendiado-no-jaragua-84-em-jaragua-do-sul/

Motorista passal mal durante a direção e bate em poste em Corupá


Um acidente foi registrado na rua Roberto Seidel, no Centro, em Corupá, na tarde desta terça-feira (18). Segundo a Polícia Militar, um Ford Fiesta, com placa da cidade, bateu em um poste. O ocorrência foi registrada por volta das 14h57.
De acordo com a PM, o motorista passou mal enquanto dirigia o veículo. O Corpo de Bombeiros Voluntários foi chamado para atender a ocorrência. A vítima foi levada para o Pronto Atendimento de Corupá.

Fonte: http://www.aconteceuemjaragua.com.br/motorista-passal-mal-durante-a-direcao-e-bate-em-poste-em-corupa/

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Semana Nacional de Trânsito propõe reflexão sobre papel da população para garantir a segurança viária

Diariamente, muitos acidentes ocorrem em ruas e estradas do Brasil e, para mudar esse cenário, autoridades e cidadãos precisam adotar a consciência de que é preciso cada vez mais responsabilidade no trânsito. Pensando nisso, a Semana Nacional de Trânsito deste ano, que acontece entre os dias 18 e 25 de setembro, traz o tema “Década Mundial de Ações para a Segurança no trânsito – 2011/2020: Eu sou + 1 por um trânsito + seguro”, no intuito de incentivar condutores e pedestres a se mobilizarem também para realizar a transformação que desejam ver no trânsito.
A contribuição de cada um é fundamental para salvar vidas que muitas vezes são perdidas em consequência de atitudes imprudentes, como falar ao celular, não utilizar o cinto de segurança, misturar álcool e direção ou não respeitar as regras de trânsito, entre outras.
Não à toa, o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) escolheu o tema “Eu sou + 1 por um trânsito + seguro”, principalmente devido aos alarmantes números de acidentes no Brasil, como apontou a Cruz Vermelha no ano passado, afirmando que, anualmente, são 50 mil óbitos por ano e mais de 500 mil lesionados, representando 25 mortes para cada 100 mil habitantes. Se os órgãos de trânsito tentam encontrar soluções para evitar vítimas, seja com campanhas de conscientização como a Semana Nacional de Trânsito ou com ações de fiscalização, a população precisa se esforçar para fazer a diferença.
A campanha deste ano quer trazer condutores e pedestres para fazer parte da mudança, mostrando que além de conscientização, o comprometimento com esse propósito deve fazer parte da rotina de todos. Autoridades de diferentes localidades do país se organizaram para levar ações e informação tanto para motoristas, como ciclistas, pedestres, crianças, adolescentes, idosos e pessoas com deficiência.
Aproveite a Semana Nacional do Trânsito para refletir sobre o seu papel na construção de um trânsito mais seguro. Se fizermos a nossa parte, já estaremos salvando vidas!
Durante a semana, publicaremos diariamente assuntos que possam contribuir para um trânsito mais pacífico e seguro. Acompanhe! Sua participação é muito importante nessa luta que é de todos nós.

Fonte: http://www.viverseguronotransito.com.br/

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Bancários prometem greve a partir da próxima sexta-feira em Joinville e região

Sindicato da categoria espera mobilização maior do que a registrada no ano passado


Os bancários de Joinville, Garuva, Itapoá, São Francisco do Sul, Araquari, Balneário de Barra do Sul e Barra Velha devem entrar em greve a partir da próxima sexta-feira, dia 9 de setembro. O anúncio foi feito pelo sindicato da categoria na cidade, que está otimista em relação ao número de profissionais que devem aderir ao movimento.  

Jorge Luiz Marques, secretário do sindicato, explica que a categoria pede reposição da inflação mais 5% de ganho real. Enquanto isso, a Federação Brasileira de Bancos  Fenaban é de reajuste de 6,5% mais R$ 3 mil de abono para os trabalhadores.
— Queremos ganho real. Estamos percebendo os profissionais da cidade mais engajados e acreditamos que a mobilização deste ano será maior do que a registrada no ano passado — afirma Jorge Luiz.
Em nota enviada para a Agência Brasil, a Fenaban informou considerar que, somados o abono e o reajuste, haverá “ganho superior à inflação na remuneração do ano da grande maioria dos funcionários do sistema bancário”.

“A Fenaban reafirma sua confiança no diálogo contínuo entre as partes para se chegar a um acordo de renovação da convenção coletiva de trabalho entre bancos e bancários, que é a mais abrangente e completa do país”, acrescentou a federação.

Veja abaixo dicas de como proceder durante greves:

Caixas eletrônicos - Os caixas eletrônicos continuarão em funcionamento durante o período de greve. Neles, é possível pagar contas, sacar dinheiro em espécie, fazer transferências, entre outros serviços.

Internet banking - O serviço de monitoramento da conta bancária pela internet também continuará disponível tanto em computadores quanto por aplicativos de celular. Por esse meio, é possível fazer a maioria dos serviços disponíveis nos caixas eletrônicos.

Lotéricas e Correios - Nos chamados correspondentes bancários, que incluem também alguns supermercados, é possível pagar contas, fazer depósitos, sacar dinheiro e benefícios, além de outros serviços como consulta de saldos em conta corrente e poupança.

Benefícios - Aposentados e pensionistas do INSS poderão fazer o saque de benefícios por meio dos caixas eletrônicos com a posse de seu cartão magnético. Caso seja necessário um acompanhante, a Febraban recomenda que seja um parente ou amigo próximo.

Cartão e cheques - O serviço de pagamento de compras e serviços por cartão de crédito ou débito e cheque permanecerá inalterado.

fonte: http://anoticia.clicrbs.com.br/sc/geral/joinville/noticia/2016/09/bancarios-prometem-greve-a-partir-da-proxima-sexta-feira-em-joinville-e-regiao-7381177.html

segunda-feira, 25 de julho de 2016

A comemoração do aniversário de Jaraguá do Sul


Município faz 140 anos nesta segunda-feira. Moradores não sentem falta de shows nacionais

Jaraguá do Sul completa nesta segunda-feira 140 anos. Na programação há desfile, bolo e apresentação de banda. A data vai ser comemorada, mas não terá os shows nacionais de outrora, como Titãs e Cidade Negra. O que chama a atenção é que ojaraguaense não parece sentir falta. Mesmo que não houvesse restrições por se tratar de ano eleitoral, quem é natural da cidade ou o morador já acostumado ao espírito daqui passa a impressão de que faz questão mesmo de investimentos nos setores essenciais. Não que os habitantes não gostem de festa — aliás, o perfil, principalmente dos mais jovens, tem mudado com as novas opções culturais, gastronômicas e a integração com gente de fora, mas eles sabem que o que é preciso comemorar mesmo é adedicação ao trabalho dos moradores, o envolvimento empresarial com a comunidade, o orgulho de um povo que chama sua cidade de gigante e vibra com as conquistas do município.

A festa
desfile de aniversário de Jaraguá começa às 9h30, na avenida Getúlio Vargas. Estão confirmadas 40 entidades. Para marcar a data, o Núcleo de Panificação e Confeitaria da Acijs e Apevi vai distribuir 140 quilos de bolo gratuitamente a quem acompanhar a programação.
Fonte: http://anoticia.clicrbs.com.br/sc/geral/an-jaragua/noticia/2016/07/cinthia-raasch-a-comemoracao-do-aniversario-de-jaragua-do-sul-6851759.html

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Pancho: Mais da metade das calçadas está inadequada em Blumenau


É o que mostra um levantamento feito em 528 ruas pela equipe da Secretaria Municipal de Planejamento

O usuário de cadeiras de rodas não consegue circular sozinho em 93,2% das ruas de Blumenau. É o que mostra um levantamento feito pela equipe da Secretaria Municipal de Planejamento. Desde o ano passado foram avaliadas as calçadas de 528 ruas nos 35 bairros da cidade. Essas vias compõem o chamado Sistema Viário Básico, formado pelas principais de cada região. Os critérios adotados foram a atratividade visual, conforto/manutenção, segurança e continuidade.
Em 32,8% dos casos as calçadas foram avaliadas como péssimas. São espaços em que é impossível a circulação de cadeirantes. A avaliação ruim foi atribuída a 24,4% das calçadas e 36% foram avaliadas como regulares. Nesses dois casos o cadeirante precisaria de ajuda de uma pessoa para transpor os obstáculos. Já os passeios com avaliação boa (5,1%), muito boa (1,5%) e ótima (0,2%) somam apenas 6,8% das 528 avaliadas. Lembrando que se é ruim para os cadeirantes, é ruim para pedestres também.
Bairros mais críticosOs bairros Itoupava Central e Nova Esperança foram os que apresentaram os maiores índices de calçadas péssimas. No primeiro caso, das 23 ruas avaliadas, 86,9% não permitem a circulação de cadeirantes. Nas 30 vias que foram analisadas no bairro Nova Esperança, o índice é parecido: 86,6%.
Em apenas uma via da cidade, entre as 528 avaliadas, a calçada foi considerada ótima. É a Alameda Duque de Caxias, mais conhecida como Rua das Palmeiras, no Centro Histórico da cidade. A título de curiosidade, a Avenida Castelo Branco (Beira-Rio) e a XV de Novembro tiveram as calçadas classificadas como muito boase as da 7 de Setembro foram avaliadas como boas.

Secretaria analisa dados
O resultado do levantamento não surpreendeu o diretor de Planejamento Viário da Secretaria Municipal de Planejamento, Cassio Bortolotto.
— Transitamos diariamente pela cidade e sabemos que o estado das calçadas deixa a desejar.
Bortolotto diz que o problema é resultado cultural do desenvolvimento da cidade. Para ele, as pessoas, historicamente, não se importam muito com o que é público, com o que está do lado de fora do portão. Lembrando que a construção e conservação das calçadas é responsabilidade do cidadão, e não da administração municipal.
Fiscalização é obstáculo
Outro problema é a falta de fiscalização eficiente. A equipe é reduzida e cabe a ela fiscalizar não só as calçadas, mas todo e qualquer problema na cidade, como obras e publicidade irregulares.
— O próprio cidadão poderia ser o fiscal do vizinho — diz Bortolotto, lembrando que denúncias podem ser feitas pelo telefone 156.
O diagnóstico das calçadas está incluído no processo de elaboração do Plano de Mobilidade da cidade, deflagrado no ano passado. Vai servir para desenvolver novos projetos e embasar tomadas de decisões no sentido de melhorar o quadro.

Fonte: http://anoticia.clicrbs.com.br/sc/noticia/2016/07/pancho-mais-da-metade-das-calcadas-esta-inadequada-em-blumenau-6692656.html

quinta-feira, 7 de julho de 2016

Obrigatoriedade do farol em rodovias passa a valer a partir de sexta-feira

Multa será de R$ 85 e 4 pontos na CNH. Medida tem como objetivo aumentar a segurança nas rodovias
A partir desta sexta-feira, entra em vigor em todo o País a lei que determina o uso do farol baixo durante o dia para garantir mais segurança nas rodovias. O descumprimento da lei será considerado infração média, com multa de R$ 85,13 e quatro pontos na carteira de habilitação.
O valor subirá para R$ 130,16 em novembro deste ano, após aprovação de medidas que endurecem as punições para infrações de trânsito. A Lei 13.290, que alterou o Código Brasileiro de Trânsito, foi publicada no Diário Oficial da União no final de maio.
— Apesar de simples, o procedimento ajuda a aumentar a segurança nas estradas. A medida vai ajudar tanto motoristas quanto pedestres na visibilidade de veículos, evitando situações de risco e acidentes graves, como atropelamentos e colisões frontais — afirma Ademir Custódio, gerente de operações da Autopista Litoral Sul, concessionária responsável pela administração do trecho entre Curitiba e Palhoça.
A lei teve origem em um projeto apresentado pelo deputado federal Rubens Bueno (PPS-PR). De acordo com o parlamentar, depois que a obrigatoriedade do farol aceso durante o dia foi adotada nas rodovias dos Estados Unidos, o número de acidentes frontais diminuiu em 5%, e o número de outros acidentes, como atropelamentos e acidentes com bicicletas, reduziu em 12%. Na Argentina, os estudos mostram que o número de acidentes diminuiu 28%.
Sistema DRL é alternativa ao farol aceso
A lei que torna obrigatório o farol baixo durante o dia gerou dúvidas entre os proprietários de carros já equipados com luzes diurnas - o sistema conhecido como DRL. Esse equipamento adicional, presente em alguns modelos fabricados no Brasil, difundiu-se na Europa a partir de 2011, em consequência de uma lei que obriga o uso de luzes durante o dia.
Como o DRL não é contemplado na lei que passa a vigorar nessa semana, motoristas ficaram em dúvida se, mesmo que ele esteja acionado, será necessário andar com o farol baixo. O Ministério das Cidades e a Polícia Rodoviária Federal já se pronunciaram, informando que o DRL pode ser usado em substituição aos faróis baixos.

Fonte: http://anoticia.clicrbs.com.br/sc/geral/noticia/2016/07/obrigatoriedade-do-farol-em-rodovias-passa-a-valer-a-partir-de-sexta-feira-6446427.html

segunda-feira, 4 de julho de 2016

Viação e Transportes aprova certificado do Inmetro para cadeirinhas

A Comissão de Viação e Transportes aprovou proposta para determinar que os assentos especiais usados para o transporte de crianças de até dez anos deverão ser certificados pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), ou outro equivalente, após a realização de testes de impacto frontal e lateral.
De acordo com a proposta, do deputado Sóstenes Cavalcante (DEM-RJ), o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) vai regulamentar os testes que serão realizados. O texto altera o Código de Trânsito Brasileiro (Lei9.503/97) para acrescentar a obrigatoriedade.
A medida está prevista no Projeto de Lei 1729/15, que recebeu parecer favorável da relatora, deputada Christiane de Souza Yared (PR-PR).
A parlamentar considerou que os custos referentes à realização de testes serão diluídos diante do grande número de cadeirinhas produzidas. “A medida é necessária e viável, especialmente porque será regulamentada pelo Contran. Ademais, a vida é o bem principal a ser considerado. Seria inadmissível considerar a hipótese de mortes de crianças em decorrência de equipamentos comercializados no País”, avaliou Yared.
Foi o Contran que, em 2008, estabeleceu a obrigatoriedade da utilização de dispositivos de retenção (as cadeirinhas) para o transporte de crianças em veículos.
Tramitação
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado ainda pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. O texto também havia sido aprovado anteriormente pela Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços.

Fonte: http://portaldotransito.com.br/noticias/viacao-e-transportes-aprova-certificado-do-inmetro-para-assentos-de-criancas/

Farol baixo de dia nas estradas passa a valer em 8 de julho

Especialistas internacionais em trânsito atestam que o uso do farol baixo reduz em até 12% o risco de acidentes nas estradas, envolvendo pedestres e ciclistas, e em 5% as colisões entre carros. No Brasil, a medida já é obrigatória para as motos durante o dia e à noite. Os demais veículos são obrigados a usar luz baixa à noite e em túneis.
A partir do dia 8 de julho, passa a valer no país a exigência do uso do farol baixo durante o dia nas rodovias para todos os veículos. O não cumprimento da lei será considerado infração média, com multa de R$ 85,13 e quatro pontos na carteira de habilitação.
Recomendação
O Departamento Estadual de Trânsito da Bahia (Detran-BA) recomenda que os condutores fiquem atentos à mudança no comportamento ao dirigir para evitar transtornos. “O que antes era apenas uma recomendação dos órgãos de trânsito, virou lei. Com a nova medida, todos os veículos deverão circular com as luzes ligadas nas estradas, inclusive em trechos urbanos e também em túneis com iluminação. Vai ajudar a diminuir o número de acidentes porque aumenta em mais de 60% a possibilidade de ser visto por um veículo no sentido contrário”, explica o coordenador de Segurança e Educação para o Trânsito do Detran, Eliezer Cruz.
Para o advogado Pedro Oliveira, 49 anos, que viaja com regularidade a trabalho, a prática não será uma novidade. “Uso sempre a luz de dia para ficar mais visível aos demais motoristas e evitar batidas de frente. O cansaço e o estresse são fatores que provocam ilusão de ótica e deixam a visão confusa. Já aconteceu comigo algumas vezes”.

fonte: http://portaldotransito.com.br/noticias/farol-baixo-de-dia-nas-estradas-passa-valer-em-8-de-julho/

A mobilidade urbana também é lembrança…

Quando cheguei à pré-adolescência, passei a viver na companhia de um automóvel da marca “Ford”, ano 1938…todo marrom.
O carro era extraordinariamente marrom…(Se é que existe esta tonalidade)
Já ao “galgar” para a outra fase (adolescência), lá estava meu “pai” com os olhos iluminados e sempre fiel à predileta marca “Ford”. (Só que agora o veículo era um “flamante” ano 1951)
A cor?
– Bem, era “azul noite”. (Um azul bem escuro, se me faço entender)
No antigamente, estas máquinas eram chamadas de “carros”… e no “hoje”, prontamente responderiam por “diligências feitas de aço”.
Mas meu “pai” orgulhava-se da forte lataria e da resistência que “eles” ostentavam…(Um autêntico “tanque de guerra familiar”, dizia ele)
Evidente que meu “ainda jovem pai” não imaginava o quanto poderia ser mortal uma colisão com um daqueles “trambolhos ambulantes”.
E com certeza (se “ele” ainda estivesse a brindar com sua serenidade e carinho), falaria com alegria e ironia, que os carros atuais são como “casquinhas de ovos”.
“Casquinhas de ovos” que trafegam pelas ruas da cidade, tal qual ovos de Páscoa, a saltar dentro do ninho.
Querido “pai”…Mal sabia que estas “casquinhas” são (vagando agora nas leis da certeza), bem mais seguras do que aqueles “automóveis” do seu tempo.
Os “semáforos” de antigamente faziam-se “notar” somente no centro da capital…eram raros. (Raros como no “hoje” é também, a piedade dos condutores para com os pedestres)
E as principais ruas no centro da cidade? (Na sua minoria, ofertavam o famigerado “asfalto”) …enquanto que em outras, os paralelepípedos é que reinavam como passarelas. (Passarelas nas quais a nostalgia do coração podia sorrir)
E assim no restante das “vias”, o “chão batido” dominava…(Dominava tal a coragem daquela geração que por ali marchou)
A palavra “pedestre” era desconhecida…(Assim como muitas coisas da alma também)
E desta forma, “bem mais tarde” fui compreender que o “pedestre”, é uma pessoa que viaja a pé.
Quando se “percorria” motorizado, as vias públicas à noite – fato incomum na época -, o “farol alto” sinalizava a sutil e secreta discórdia…(Discórdia gerada pelas atitudes daqueles que praticavam e ainda praticam a “falta de ética”)
E então o que trafegava na via oposta assumia o “ato” como sinônimo de ofensa… (Ofensa que ainda consentimos àqueles que não praticam a cidadania)…algo parecido como condenação à morte que nenhum “chofer’ gostava de levar para casa.
Cansei de vê-lo com meio corpo para fora da janela da “charanga”, proclamando a total “deseducação” ao desafiante… Deseducação que ainda presencio, no calar daqueles que prometem e não cumprem)
E as palavras de “baixo nível” hein? Sim, eram largamente distribuídas em alto e bom “tom”…(Como se estivessem em processo eterno de “emburrecimento coletivo” e “falta de educação”)
Mas aquelas “palavras pecaminosas” ainda permanecem as mesmas até o “hoje”… (No mesmo “hoje” que não deveríamos ser mais o “eu”, e sim o “nós”)
Espero que não haja um mal-entendido trágico aqui, pois vou confirmar que somente a linguagem dos “sinais obscenos” é que evoluíram…(Evoluíram como a cobiça e o descaso dos formuladores de políticas públicas, na sociedade)
Lembro-me de indicar com o braço para fora da janela do automóvel se faríamos uma conversão à direita ou à esquerda…respectivamente “eu” e meu “pai”, executando magistralmente aquele malabarismo…(Tipo “natação sincronizada” da época atual)
Um lindo compasso, tal qual paz sem vitória …(Algo que somente almas que se amam executam)
O “limite de velocidade” ainda não existia…(Assim como “a falta de escrúpulo” que atualmente também não deveria existir, mas existe)
Então, não raros eram os “peguinhas” entre os condutores e seus veículos. Uma forma de por à prova a robustez da máquina e a coragem do motorista. (Uma similar coragem que devemos possuir quando há o confronto entre a consciência e a atitude)
E os freios?
– Bem, geralmente permaneciam indiferentes ao comando do motorista.
Um comando por vezes suave, mas ineficaz…(Sim, suave como a brisa ao amanhecer do verão, e ineficaz como os gritos de justiça nas casas do poder)
Por vezes questiono se eram bons ou maus tempos aqueles…e respondo que para a “mobilidade urbana”, eram tempos de perigo eminente. E para nós, que pertencemos àquele tempo, restou apenas uma enorme saudade para sentir…(Uma saudade perigosa eu sei)
Mas confesso que meu coração ainda grita um ruído de nostalgia…grito este que procuro silenciar dentro da memória.
É uma saudade tão grande, que até parece que o “descrito tempo” jamais existiu…e que ele não aconteceu.
Simplesmente foi um tempo…um tempo que se perdeu.
Então, aproveito enquanto você estimula a sua imaginação, para ausentar-me…é apenas uma “saidinha”.
Prometo…eu volto.
É que vou fechar a janela, pois onde estou, sinto um fortíssimo aroma…um aroma “morno” e “aconchegante”, inundado de “lembranças”.
…É que por vezes, fico até com saudades de mim!

Fonte: http://portaldotransito.com.br/opiniao/transito-e-a-sociedade/mobilidade-urbana-tambem-e-lembranca/

Mortes no trânsito subiram 3,6% no Brasil em 2014

O número é assustador e desanimador, 43.780 pessoas morreram, em 2014, em decorrência de acidentes de trânsito nas vias e rodovias brasileiras. O número é 3,6% maior do que o registrado no ano anterior. Parece pequeno, mas para quem tem como meta diminuir o índice de redução proposto por Resolução da ONU de 50% em 10 anos, é desesperador.
É muito triste, porque rompe uma sequência de queda. Foram 44.812 mortes em 2012 e 42.266 em 2013, ou seja, houve uma queda de 5,7% de um ano para o outro. Agora, voltamos ao patamar das 43 mil mortes.
Os dados foram levantados pelo Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV) a partir de números oficiais disponibilizados pelo DATASUS, do Ministério da Saúde.
O estudo
De acordo com o estudo realizado pelo ONSV, a evolução do número de mortes no período de 2010 a 2014, quando considerado a categoria, demonstrou a queda das mortes envolvendo pedestres e ciclistas da ordem de 19% e 10%, respectivamente. Já para ocupantes de motocicleta houve aumento de 19%, seguida de 11% para ocupantes de automóveis e de 15% para caminhões e ônibus.
Quando a análise se dá por região geográfica e leva em conta também o período de 2010 até 2014, é possível notar que apesar de alguns estados terem registrado decréscimo no índice de mortes no período de 2010 a 2014, nenhum deles apresentou comportamento contínuo de redução nos biênios 2010/2011, 2011/2012, 2012/2013 e 2013/2014.
Considerando o índice de mortes por 10 mil veículos para o ano de 2014, o estudo apurou que os estados líderes neste ranking se localizam na região Nordeste. O Piauí (13,5 mortes por 10 mil veículos), Maranhão (13,0 mortes por 10 mil veículos) e Alagoas (12,3 mortes por 10 mil veículos) são também os estados que registraram o pior desempenho no quesito redução da acidentes. Já os melhores resultados foram distribuídos entre estados das regiões Sudeste (São Paulo 2,7), Sul (Rio Grande do Sul 3,2) e Centro Oeste (Distrito Federal 3,5).
Nada melhorou
Em um post de 2014 questionei sobre o que o Brasil tem feito para melhorar os índices e chegar à meta proposta pela Década Mundial. As perguntas que fiz há dois anos continuam sem resposta.
O que adianta aumentar o rigor das leis (mas sem fiscalização, o que torna a lei um fracasso e a sensação de impunidade cada dia maior)? E a infraestrutura viária? As ultrapassagens não são a maior causa de mortes em rodovias do nosso país? E porque ainda existem tantas rodovias não duplicadas e em tão mau estado? A falta de vagas em hospitais?
Esses problemas citados estão além das mudanças de comportamento do cidadão, que são de grande importância também.
Não podemos aceitar de modo tão passivo o massacre, ou melhor, a guerra que vivemos hoje no trânsito brasileiro. Temos que cobrar, temos que mudar, temos que encontrar um jeito de reverter esse cenário.
Precisamos investir em educação de trânsito (nas escolas e na melhoria do processo de formação de condutores), na fiscalização e na engenharia. O famoso tripé, levado à sério. Não temos outro caminho. Não é fácil, mas acredito que não é impossível…

Fonte: http://portaldotransito.com.br/opiniao/saiu-na-midia/mortes-no-transito-cresceram-36-no-brasil-em-2014/

“Nós do trânsito” aborda a distração causada pelo uso de tecnologias no trânsito

No programa de hoje os especialistas explicam o porquê de alguns meios tirarem tanto a atenção dos motoristas no trânsito

O programa “Nós do trânsito” é um bate-papo descontraído, sobre um assunto muito sério, produzido pelo Portal do Trânsito e pela Tecnodata. O Doutor em História Rodrigo Santos conversa com o Especialista em Trânsito Celso Mariano em um videocast que se propõe analisar, discutir, opinar e contribuir para desatar os nós do trânsito.

Toda segunda-feira, no Youtube, uma nova edição do programa trará assuntos atuais e temas polêmicos com um tom extrovertido, transformando assuntos, às vezes muito complexos, em uma conversa agradável, de fácil entendimento e altamente educativa.

Fonte: http://portaldotransito.com.br/educacao/programa-nos-do-transito/nos-do-transito-aborda-distracao-causada-pelo-uso-de-tecnologias-no-transito/

Debatedores: principal causa de acidente com motos é falta de educação de condutores

Debatedores que participaram de audiência pública promovida pela Comissão de Viação e Transportes nesta terça-feira (28) assinalaram que a principal causa dos acidentes de trânsito com motos no País é a falta de educação dos condutores em geral.
Parlamentares e especialistas discutiram a proposta que reserva uma faixa exclusiva para motocicletas em vias com tráfego pesado (Projeto de Lei5007/13).
O debate foi proposto pelo presidente da Frente Parlamentar do Trânsito Seguro, deputado Hugo Leal (PSB-RJ).
O objetivo da proposta, que veio do Senado, é reduzir o número de acidentes envolvendo motociclistas.
O diretor-presidente do Observatório Nacional de Segurança Viária, José Aurélio Ramalho disse que o Brasil precisa “parar de adestrar motoristas”. “Temos que ter vergonha da forma como somos habilitados, da maneira fútil, fácil e banal como se tira uma habilitação neste País”, disse. Segundo Ramalho, não adianta criar faixas exclusivas se os motoristas não conhecem e não respeitam as regras de trânsito.
Aumento de acidentes
No mesmo sentido, o diretor de Planejamento, Projeto e Educação da Companhia de Engenharia de Tráfego de São Paulo (CET), Tadeu Leite, disse que o estado já teve duas faixas exclusivas para motos nas avenidas Sumaré e Liberdade, mas apesar da boa aceitação dos motociclistas, a experiência revelou aumento no número de acidentes e acabou desativada. “A aceitação foi ótima, mas o número de acidentes aumentou 145% e o de atropelamentos, 33%”, disse Leite, referindo-se à Avenida Sumaré.
Um dos problemas das faixas exclusivas, segundo Leite, é a movimentação de entrada e saída das faixas exclusivas e a presença de cruzamentos e de pedestres.
Representando a Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo), José Eduardo Gonçalves defendeu o projeto como solução viável para a redução de acidentes com moto. “O projeto foi bem aceito por 90% dos motociclistas, mas o mau comportamento de todos determinou o encerramento dos dois projetos”, disse ele, acrescentando que, no caso de São Paulo, faltou sinalização adequada, fiscalização e educação de motoristas para que a experiência tivesse êxito.
Formação de condutores
O presidente da Frente Parlamentar em Defesa do Motociclista, deputado Ronaldo Fonseca (Pros-DF), concordou que os acidentes com motociclistas se devem preferencialmente a falhas no processo de formação de condutores.
O deputado contou sua experiência ao comprar uma moto em 1980 e que acabou sofrendo um acidente logo no primeiro passeio. “Tirei a habilitação rapidinho, sentei e sai andando. Em 40 minutos, estava no chão. Caí a 90 quilômetros por hora”, disse o deputado, que atribui a queda à falta de preparo para pilotar a moto. “A educação para o trânsito no Brasil é uma lástima. Os Detrans têm recursos, mas não investem em educação”, defendeu.
Na Comissão de Desenvolvimento Urbano, o projeto 5007/13, que prevê as faixas exclusivas para motos, acabou rejeitado por inconstitucionalidade. O relator, deputado Mauro Mariani (PMDB-SC), entendeu que lei federal não pode obrigar os municípios a implantarem faixas viárias exclusivas para motos. “A Constituição assegura aos municípios a competência para promover o planejamento e o controle do uso, do parcelamento e da ocupação do solo urbano”, ressaltou ele, citando a Política Nacional de Mobilidade Urbana (Lei 12.587/12).
Mariani, no entanto, apresentou emenda para permitir que as motos transitem nos “corredores” – espaços entre veículos – quando o transito estiver parado, desde que isso “ocorra sem prejudicar a segurança do trânsito e em velocidade máxima a metade da velocidade da via”.
A emenda agradou a maioria dos debatedores. Para o presidente da Federação de Motoclubes do Rio de Janeiro, Humberto Montenegro, a proposta é a mais rápida de ser implementada. “Os motociclistas já utilizam esse corredor virtual (entre os carros), só precisamos colocar regras, como o limite de velocidade”, disse.
Bolsão para motos
Montenegro, por outro lado, é contrário à faixa exclusiva. “Não acredito que a segregação seja a solução”. Ele também defendeu a criação de uma área exclusiva para motos em frente aos semáforos, o chamado “bolsão”, para que as motos possam largar na frente dos carros.
O projeto, que tramita apensado ao PL 3886/12, já foi rejeitado pela Comissão de Desenvolvimento Urbano.

fonte: http://portaldotransito.com.br/noticias/moto/debatedores-principal-causa-de-acidente-com-motos-e-falta-de-educacao-de-condutores/

DNIT garante fiscalização eletrônica em rodovias federais

Segundo dados do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), a redução de acidentes nas rodovias foi o principal benefício que Plano Nacional de Controle Eletrônico de Velocidade trouxe aos cidadãos brasileiros.
Comparando os registros da Polícia Rodoviária Federal, de 2010 até 2015, constata-se a redução no total de acidentes nas vias federais sob jurisdição do DNIT de 30,6%.
Neste mesmo período, verificou-se que o Plano do o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes contribuiu também para a redução do total de acidentes com mortes. De 2010 até 2015, os acidentes fatais diminuíram em 20,8%.
O Plano
Com o Plano Nacional de Controle Eletrônico de Velocidade, o DNIT garantiu o monitoramento do excesso de velocidade por meio de 3.467 equipamentos de 3 tipos: radares fixos (nas áreas rurais); controladores de avanço de sinal vermelho; e lombada eletrônica para aumentar a segurança em travessias urbanas das vias federais.
A iniciativa tem como base o processo de licitação, realizado em 2009, que possibilitou contratação de serviços de fiscalização eletrônica para toda a malha rodoviária.
Os equipamentos garantem a supervisão e a segurança em 6.469 faixas de trânsito. O serviço licitado pelo DNIT é o da fiscalização de faixas ao mês. As empresas contratadas são proprietárias dos dispositivos que fotografam as infrações e enviam os registros, automaticamente, ao departamento nacional de transito.
As imagens são validadas ou não por agentes do Departamento Nacional de Trânsito, após consulta aos cadastros de infratores. Quando a imagem é validada, uma notificação de infração é enviada ao motorista, com as informações obtidas no sistema.
O DNIT investe em média R$ 4 mil reais por faixa fiscalizada, ao mês, para o monitoramento em questão. O valor médio varia de acordo com o tipo de equipamento e a oferta definida na licitação, pelas empresas vencedoras dos 12 lotes em que foram divididos o Plano Nacional de Controle Eletrônico de Velocidade.
Do total de 3.467 equipamentos, 414 estão localizados em trechos que foram concedidos nos últimos anos. Ou seja, do total de 6.469 faixas fiscalizadas contratadas pelo DNIT, 838 faixas estão em trechos que passaram para a responsabilidade das concessionárias de rodovias, sob regulamentação da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). São trechos de rodovias federais localizadas em sete Estados e no Distrito Federal, que fazem parte de seis lotes contratados.
Considerando os limites orçamentários da LOA 2016, o DNIT precisou pedir que os 414 equipamentos (que fiscalizam 838 faixas) mantidos nos trechos concedidos (veja a lista) fossem desligados. O procedimento foi realizado em maio e junho de 2016, até que houvesse garantia de nova suplementação orçamentária para garantir a fiscalização eletrônica também nos trechos concedidos até o final do ano.
Determinação ministerial
Na última segunda feira (27), em reunião com a diretoria do DNIT e da ANTT, o ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Maurício Quintella, solicitou que a Agência Nacional de Transportes apresente em 30 dias uma solução para viabilizar o funcionamento dos equipamentos nos trechos das rodovias concedidas. O ministro também determinou que o departamento nacional de transportes religue os 414 equipamentos nos trechos concedidos, evitando interrupção da fiscalização até que a solução definitiva seja encontrada.
Segundo o Diretor de Infraestrutura Rodoviária do DNIT, Luiz Antônio Ehret Garcia, a retomada do monitoramento das 838 faixas será imediato. “É importante lembrar que o DNIT já tem processo de licitação definido para a contração de nova etapa do PNCV, garantindo o monitoramento de 7.947 faixas de trânsito para os próximos cinco anos”, comentou o diretor.
Os contratos da atual fase do PNCV tem validade até dezembro/2016. A nova etapa vai manter o monitoramento sem qualquer interrupção.

Fonte: http://portaldotransito.com.br/noticias/transporte-de-carga/dnit-garante-fiscalizacao-eletronica-em-rodovias-federais/